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Guliver Lee

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Quarta-feira, Setembro 12, 2007


ninguém.....................................................
.........................Lê......................................
....................................mais.......................
..................isso..........................................
aqui..........................................sem...........
.....que............eu.............peça...................
...................................................................
????????????aposentadoria?????????????


postado por GULIVER LEE às 10:30 PM

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Sábado, Setembro 01, 2007


Certo dia em Uberlâdia-MG

Pois é... férias acabando, de volta à realidade, aos estresses... Vamos meter a cara nos estudos pra vida melhorar...


postado por GULIVER LEE às 3:06 PM

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Segunda-feira, Agosto 27, 2007


Manchetes fora do contexto

Gulliver aumenta número de brinquedos recolhidos

Tá vendo? Ser organizado é assim: brinco mas depois recolho todos os brinquedos como um bom menino.


postado por GULIVER LEE às 10:26 PM

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Sexta-feira, Agosto 17, 2007


recomeço

Minha faculdade começou. É interessante... realmente se fala de literatura e da nossa língua. Mas tinha um pequeno detalhe do qual eu tinha me esquecido: Existem provas... e trabalhos... e notas... isso tira toda a magia da coisa.

Bem, mas falando em formação da nossa língua, é interessante como existem palavras e expressões ambíguas ou que emprestam um sentido bem diferente do original no cotidiano.

Eu me lembro de quando eu era mais novo e via propagandas de cosméticos eu estranhava quando anunciavam os "óleos essenciais"... "essenciais"? Meu Deus! Eu preciso desses óleos! Afinal de contas eles são essenciais... como vou viver sem eles? Aí mais tarde eu raciocinei... essenciais... derivado de essência, aroma, cheiro... Eu não era burro, tá? apenas tinha muita imaginação...

E a palavra "romance", ou "romântico"? Desde novo quando eu ouvia essas palavras na TV sempre estava relacionado com amor... com uma relação de um casal... com um gesto amoroso. E ainda hoje quando se usa a palavra é nesse sentido: "nossa, ele é tão romântico!", "que clima romântico o daquele casal".
Aí eu fui ler o primeiro "romance" da minha vida e ele se chamava "As guerras de Trolltooth". Nesse livro havia uma guerra entre 2 poderosos magos e um rei que estava no meio desse combate contratava um herói para intervir antes que seu reino fosse destruído... Tá, mas... cadê o amor? Cadê o "romantismo"?
Aí que eu fui aprender e entender... o romance não é uma história de um casal que quer ficar junto e vive uma história de amor... é uma descrição de sentimentos e ações de personagens fictícios, ou mesmo a transposição de episódios da vida para o artístico, "romântico" independente de cenas de amor...
Vivendo, falando, lendo, ouvindo, e aprendendo...


postado por GULIVER LEE às 8:57 PM

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Sexta-feira, Julho 27, 2007


No hay panda II

Panda gigante tem gravidez psicológica
- Essa tem que mandar pro programa da Luciana Gimenez

Zoológico exibe raro panda vermelho
- Mais um pro meu caderninho

Panda faz dieta para aumentar apetite sexual
- Fazendo dieta o apetite que vai aumentar é outro...


postado por GULIVER LEE às 7:49 PM

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Quarta-feira, Julho 25, 2007


Iroinia

A "Oi" lançou antes do pan uma campanha publicitária que vem passando durante os jogos. São até interessantes as propagandas: os "Atletas Oi" são um grupo de atletas fenomenais, com poderes especiais, sobre-humanos. Nadadeiras nas mãos para os nadadores, velocidade incrível para os corredores...
Já o super-poder do judoca brasileiro Flávio Canto consistia em braços sólidos e metálicos, demonstrando sua força e resistência...



Será que só eu achei isso muito irônico?

Vai ver o quimono do adversário tinha kriptonita...


postado por GULIVER LEE às 2:54 PM

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Terça-feira, Julho 24, 2007



paciência

do Lat. patientia

s. f.,
qualidade de paciente;
resignação;
conformidade em suportar os males ou os incómodos sem se queixar;
perseverança tranquila;
calma na continuação de qualquer tarefa ainda que esta seja difícil ou muito demorada;
tranquilidade com que se espera aquilo que tarda;
nome de certos jogos de cartas;
interj.,
designativa de resignação ou conformidade
guliverism.,
necessidade irrestrita de uma pessoa que compra um computador e em menos de seis meses se vê obrigado a levá-lo sete vezes à assistência técnica.


P.s.: E hoje eu não estou no meu estado normal.


postado por GULIVER LEE às 7:57 PM

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Terça-feira, Julho 17, 2007


Pra quem ainda não sabe eu casei semana passada e estou morando em outro apartamento. Com alguma experiência que já tive dividindo tarefas com minha esposa (sou marido moderno... negócio de ela fazer tudo é antigo) venho aqui dividir com vocês as:

Mistérios que aprendemos quando casamos e viramos "donos de casa"

-A comida acaba... e a água do garrafão também se esvazia misteriosamente. E na mesma proporção o lixo aumenta. É uma matemática estranha...
-A vida se resume ao tempo em que lavamos roupa e lavamos louça. As outras coisas acontecem no tempo que resta.
-Quando algum grão de arroz cai no chão na hora do almoço ele não desaparece sozinho.
-Já a poeira aparece sozinha... vinda de sei lá que dimensão...
-A vontade de ter um cachorrinho no apê diminui quando o pequeno jabuti d eapenas 10 cm. faz uma sujeira espetacular na sala de estudos
-O ser que viveu na velocidade da luz nunca precisou se preocupar com nada disso..


postado por GULIVER LEE às 4:58 PM

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Terça-feira, Julho 10, 2007


Atenção: Este post não foi escrito sob a influência de substâncias entorpecentes ou alucinógenas..

O ser que viveu na velocidade da luz

Ele não sabe como nasceu, não sabe o porquê... ele não sabe nem ao menos o que é e onde está. Só sabe que sempre foi assim desde que ele se conhece como... ser... e isso faz muito tempo... tempo? E o que é isso? Ele também não sabe. Pelo menos não como a gente... é difícil contar tempo em um mundo parado.
Ele é inteligente... ele apreende as coisas rapidamente (rapidamente?). Já percebeu que quando vira a cabeça as imagens demoram um pouco (demoram?) a se formar em frente aos seus olhos. Já percebeu que ele é pequenino mas muito forte e resistente.. é necessário ser para se movimentar na massa densa que ele chamou de "ar". Pra se agarrar em algo e chegar no que ele chama de "chão", já que ele nunca vai conseguir saber em sua relativa percepção o que é a palavra "cair" ou mesmo "gravidade". Tudo o que o ser pode fazer é observar... o mundo é composto por imagens paradas... pinturas do que em sua fantasia seria uma vida, um cotidiano. "Estátuas" que parecem estar executando alguma ação... elas têm braços como ele, elas tem olhos como ele, mas elas ão tem vida (pelo menos ele acha, já que nunca conseguiu escutar ao menos um lapso de uma respiração. E assim a criatura viveu... conheceu o mundo... se alimentou de comidas que simplesmente já estavam ali preparadas... mas quem fez? Não encontrou ninguém pra conversar... nunca escutou uma voz que não a sua... e por isso mesmo nunca teve um nome. E assim a criatura morreu. Sua longa vida durou cerca de 6 segundos (nos quais ele fez muito mais coisas e esteve em muito mais lugares do que muitos seres humanos conseguem em 70 anos de vida).

E agora você deve estar rindo, achando chato, interessante, maluco ou ridículo esse conto de ficção, certo? Ficção? Você tem certeza? Tem certeza de que há dois segundos quando você olhou pra trás não viu uma manchinha marrom ali perto da parede por um milionésimo de segundo? Foi uma temporada em que o ser que viveu na velocidade da luz resolveu passar aí...


postado por GULIVER LEE às 7:47 PM

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Domingo, Julho 08, 2007


No Hay Panda

Volto ao blog como quem volta a vida. Após a 6ª visita do meu computador à assistência trago-o de volta ao lar com placa mãe e pente de memória novos. Mas já chega de posts diarinhos. Vamos voltar a comentar a vida.

Vocês vêem um urso panda como o da foto acima e acham fofo, né? E como não achar? Parece um urso de pelúcia gigante... e ainda usa óculos escuros! Aliás uma panda foi notícia essa semana porque deu a luz a gêmeos. Besteira? Posso chamar isso de mais que um milagre.

Desde que eu me entendo por gente vejo ativistas e ecologistas dizendo que os pandas devem ser preservados, que a população de pandas está muito reduzida e que devemos fazer a nossa parte. A nossa parte? Poxa...

Deixa eu explicar um pouco do que eu sei sobre pandas (aviso de antemão que não é um estudo científico, são apenas pesquisas que fiz ao longo da minha vida a título de curiosidade): Os ursos pandas para começo de conversa não tem nada a ver com ursos. Não são nem ao menos primos dos ursos que vemos nas florestas americanas ou no pólo norte. Os pandas gigantes são na verdade parentes dos... guaxinins! Nem é tanta surpresa, é só ver aquela máscara de bandido...
Continuando: Os pandas gigantes têm uma dieta extremamente fresca. Eles não se alimentam de mais nada além de brotos de bambu. E tem que ser fresquinho! Se acabar o broto de bambu ele morre de fome.. A fêmea do panda tem um período fértil extremamente curto. A cada ANO elas têm aproximadamente uma semana pra engravidar. O pior é que nem sempre o macho está a fim exatamente nesse curto período fértil... cientistas já tiveram até que apelar para um filme pornô pra ver se um macho se animava. E pra piorar mais ainda, pode ser que aquele macho esteja a fim, mas vai acabar apanhando da fêmea se ela for maior que ele. E se, por um acaso do destino o tal macho conseguir engravidar a fêmea (ele podia jogar na mega-sena também) ela terá geralmente apenas UM bebê panda (por isso que eu falei acima que os gêmeos panda são um verdadeiro milagre).

Agora conjuguem todos os fatores acima: baixa população com poucas matrizes + dieta dificultosa + reprodução hiper-extremamente difícultosa + 2 membros de uma geração dando origem a geralmente apenas um por ano (e olhe lá)... sinceramente... eles estão implorando pela extinção! Falta só uma plaquinha dizendo (adeus).

E até onde eu saiba ele está no topo de sua cadeia alimentar (brotos de bambu > pandas). Talvez os tigres da região comam um panda ou outro... então tá aí a função dos pandas: alimentar tigres que também estão em extinção!!!

Ativistas e ecologistas vão me crucificar, mas... mudanças acontecem. E os pandinhas de pelúcia sempre vão existir.
Aliás, tem um monte de criança na áfrica e no brasil mesmo correndo risco de extinção... é até mais fácil de salvar.
E pra finalizar:


postado por GULIVER LEE às 12:19 AM

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Sábado, Junho 09, 2007


It ain't over 'till it's over

Finalmente... o primeiro de muitos...
Estou escrevendo um post na minha nova morada. Depois de mais um drama internético, enfim volto a blogar...

E tantos posts que se perderam... principalmente quando volto do trabalho penso em algumas besteiras, como o ser que viveu na velocidade da luz... (acho q um dia eu explico).

Nova Fase... último mês nesse estado civil... sim, tenho resolvido muita coisa a esse respeito nos últimos tempos...

Mas agora chega... a inspiração não veio... preciso tomar um banho... té.


postado por GULIVER LEE às 9:11 PM

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Domingo, Maio 13, 2007


Faz tempo que não posto aqui.
Aliás, meu plano era que o passado fosse o último post antes de eu escrever do apê.
Acontece que o PC já está lá, mas a internet tá um caso sério pra ser instalada...

Este post vai servir apenas pra que eu não perca meu blog por falta de uso...


postado por GULIVER LEE às 9:20 AM

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Domingo, Fevereiro 25, 2007


Mas hein?

Inicio este texto dizendo que não é uma crônica... pelo menos não uma obra da minha cabeça, aconteceu de verdade.
Mais uma vez dentro de um transporte urbano coletivo da cidade do Natal. Eu passo a acreditar que o sentido (ou a falta de sentido) da vida está dentro dos busões...

Saindo da aula na última sexta-feira, subo no ônibus e me dirijo logo lá pra trás, querendo ficar perto da porta na hora de sair. Enquanto me encaminho pro fundo, perceboi que tem um cara lá me encarando, acompanhando meus passos. Ele estava sozinho na ultima fileira do ônibus e eu iria me sentar 3 bancos a frente de onde ele estava.

Antes mesmo que eu me sentasse ele olhou pra mim e falou:

Cara: Amigo, senta aqui - falava apontando pro lugar do lado dele
Meu pensamento: Mas hein?
Eu: ...
Cara: Senta aqui amigo

Eu olhava pras outras pessoas no ônibus, não entendi... olhei pro cara...

Meu pensamento: Fudeu! É um assalto... esse cara vai levar meu celular velho, meu relógio falsificado e os 3 reais que eu to no bolso...
Eu: .... - olhei desconfiado e fiz que ia voltar pra frente do ônibus.
Cara: Não amigo, desculpa, pode sentar aí mesmo, aonde você quiser. É que eu queria escutar uma poesia. Faz tanto tempo que eu não escuto uma poesia.
Eu: O.o

Aí eu balancei a cabeça negativamente, rindo e fui definitivamente pra frente do ônibus. O cara se levantou e continuou falando que queria escutar poesias, que as poesias que esquentavam a alma dele... etc. etc. Felizmente ele não tava falando isso pra mim... tava falando pra parte de trás do ônibus, enchendo o saco de quem ainda tinha ficado lá. E ele recitava poesias... e continuava falando. Quando fui descer do ônibus lá estava ele de frente pra um cara sentado no banco mais alto, e falando aquelas coisas filosóficas.

Eu desci rindo e pensando no quanto eu estranhei aquela "anormalidade". Me lembrei de Patch Adams, quando ele disse que ligava pra pessoas da lista telefônica aleatoriamente de madrugada e acabava arrumando amigos.

Aí eu me pergunto: será que eu me tornei tão normal que fiquei chato?

P.S.: Antes que qualquer mente maldosa pense qualquer coisa, não, ele não tinha jeito de gay e não estava me cantando. O jeito era meio de doido mesmo... :p


postado por GULIVER LEE às 9:25 AM

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Quarta-feira, Fevereiro 14, 2007


A gente não quer só comida...

Ontem... eu já atrasado pra aula, tendo saído de casa sem comer quase nada, me encontrava num ônibus lotado.
De repente sobe no coletivo um senhor de uns 50 ou 60 anos que logo pára na frente do ônibus e começa a falar:

Senhoras e senhores...

Eu fiz logo uma cara pensando: "aiai, lá vem mais um".
Devo dizer nesse momento que não tenho nada contra fazer caridade. Aliás, já fiz bastante... mas alguns pedintes de ônibus fazem disso profissão. Vem aqueles com papelzinho... vem outros que dizem que querem fazer uma operação no olho ou comprar uma passagem pra Recife (e já tão nessas há vários anos... será q ainda não deu pra comprar?). E principalmente crianças... Não gosto de dar dinheiro a crianças... no máximo algum alimento pra matar a fome delas (não que eu venha fazendo muito isso... :^( ). E aconselho a todos que não dêem esmola a crianças... isso só serve pra algum adulto ver que pode continuar explorando ela. :p

Voltando ao ponto. Enquanto eu pensava "aiai, lá vem mais um", o senhor continuava falando:

Eu sou um pai de família desempregado... a minha esposa cozinha deliciosas tortas. Tortas de frango, de frango com mussarela, de atum. Essas tortas custam apenas um real, são quentinhas e gostosas.

Não me fiz de rogado e quando ele chegou lá atrás pedi uma torta de frango. Ele me agradeceu. Eu falei: "Vai ser meu jantar". E ele sorriu.

Eu vi dignidade no rosto desse senhor. Ele se juntou com a esposa num momento de dificuldade e está ganhando a vida da melhor maneira que pode. Sem vergonha de sair de ônibus em ônibus vendendo o produto do trabalho dela (aliás, que vergonha haveria nisso?).

O que aconteceu foi caridade. Não inteiramente e não somente da minha parte. Não inteiramente, porque eu não estava realmente dando, eu estava pagando pelo produto caprichoso daquela família. Mas eu sei que foi importante pra ele ouvir eu falando o que falei. Foi a minha caridade. E eu gostei muito disso.
E não somente da minha parte porque ele também foi caridoso ao me mostrar um exemplo de vida. E provavelmente a muitas pessoas daquele ônibus que provavelmente estão preocupados com qual bloco elas vão pular no carnaval...


postado por GULIVER LEE às 11:45 PM

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Sexta-feira, Fevereiro 09, 2007


Digimon, digitais, Digimon são campeões...

Nossa.. Tá quase fazendo aniversário de dois meses que eu to sem postar...

O problema é que o serginho (meu computador), não andava bem de saúde... e acabou que ele morreu de vez...
Mas como ninguém morre de verdade, só começa uma nova existência (silvinha vai adorar ler isso...), serginho na verdade não morreu (fiz um upgrade no coitado):



Serginho



Athlon 1.4 Ghz, 256Mb de memória RAM, HD de 40 Gb

Digivolve para:

Serjão!



Pentium D, Dual Core 2,8 Ghz, 768Mb de memória RAM, HD de 80 Gb


Tá simplesmente uma bala... acho q pela primeira vez tenho um computador que não preciso esperar que os programas abram.

Depois posto algo que preste. Só quis lembrar q eu voltei.


postado por GULIVER LEE às 7:40 AM

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